
Wednesday, June 27, 2007
* Monólogos internos beirando os externos *

Friday, June 22, 2007
* C'est fini *
"An' the deeper the loveThe stronger the emotion
An' the stronger the love
Deeper the devotion"
(The deeper the love - Whitesnake)
Tuesday, June 19, 2007
* Meu infinito particular *

(Infinito particular - Marisa Monte)
It’s funny to see how things are and how I’m myself. If you know me, you probably are thinking by now that I’m going crazy, but I’m not. I show people a different person than the one I’m seeing right now. I show that I’m strong and funny and always extroverted... but on the inside, things are a little bit different. I’m so ashamed of showing feelings. I feel like my face is burning all the time. And I shake (not like a Polaroid picture), but I do shake a lot. I would like to build a hole so I could get inside. How come? How does Cristina do to hide her feelings like that? But, at the same time, I don’t hide... I show them, but in my own way. Getting a bit confused between me and me again... I just think that people will never understand my way. For my friends, for example, it’s easy to show what I feel. I just hug them as many times as I want and I also say “I love you” for the ones that I really care about, but when it comes to a person from the opposite sex for whom I share some feelings, I feel utterly insecure, wanting that the person just finds out things by himself, without giving any chance to my feelings come up. Strange... I don’t know how am I supposed to change all of this. I don’t even know if I have the guts to begin all the way again... I’m just to afraid of admitting that sometimes it’s possible to fail and nothing bad will happen, it’s just a negative answer received from others.
Tuesday, June 12, 2007
* Love is what I got *

Os caminhos, os vestidos, os destinos
E essa canção
Tem um verdadeiro amor
Para quando você for...”
(Marisa Monte – Vilarejo)
Uma caixa de bombons, um cartão, uma rosa. Não é necessário muito para se fazer qualquer mulher feliz. Um sorriso, um gesto de carinho, um abraço apertado.
Hoje, chegando ao trabalho, flores vermelhas desfilavam pelas ruas... umas indo, outras vindo. Parece que os olhos das pessoas brilham mais em certas datas. Claro que tem aquele lado comercial assim como no natal, carnaval, dia das crianças, pais, mães, tias, avós e assim por diante, mas, como qualquer outra pessoa, não se pode negar que sempre se espera alguma coisa de alguém especial. Como eu já disse, não precisa de muito... na verdade, às vezes, precisa-se de muito pouco. Apenas alguém para compartilhar a alegria de mais um dia ou para abraçar, apertar, beijar e ficar junto não fazendo nada. Apenas alguém que entenda, que te olhe com ternura e que queira compartilhar suas coisas com você. Apenas alguém...
Hoje acordei mais apaixonada...
Friday, June 08, 2007
* Eu quero *

Olhar pro sol só ver janela e cortina
No meu coração fiz um lar...”
Saturday, June 02, 2007
* Sexual Healing *
oh baby now lets get down tonight *baby i'm hot just like a oven *and i need your lovin *baby i can't hold it much longer *cuz it's getting stronger and stronger *and when i get that feelin, i got to have sexual healing *it makes me feel so fine *it helps to releave my mind *sexual healing is good for me *sexual healing is something thats good for me *whenever these blue tear drops are falling *and my emotional stability is leaving me *there is somethin i can do *i can get on the telephone and call you up baby *darling i know you'll be there to relieve me *all love you bring to me will free me *and if you don't know the things your dealing *i can tell you darling that it's sexual healing *get up get up get up *lets make love tonight *wake up wake up wake up *cuz you do it right *heal me my darlin(x4) *baby i got sick this morning *oh a sea was stormin up inside of me *baby i think im capasizin all the ways im risin *and when i get that feeling i got to have sexual healing *sexual healing *it makes me feel so fine(such a rush) *it helps to releave my mind oh its good for us *sexual healing is good for me *sexual healing now is something thats good for me *and its good for us *and its so good to me my baby whoa *just grab a hold and take control of my body and mind *soon we'll be makin love honney won't we be doing fine *you're my medicine open up and let me in *darling your so great i cant wait for you to operate *heal me my darling, heal me my darling...
Tuesday, May 29, 2007
* Brividi *

“Lascia che io sia il tuo brivido più grande
E non andare via
Accorciamo le distanze”
(Nek – Lascia che io sia)
Thursday, May 24, 2007
* Desilusões, desânimos e crises *

“Apesar de tudo existe uma fonte de água pura
Quem beber daquela água não terá mais amargura...”
(Dança da solidão – Marisa Monte)
Às vezes dá um grande desânimo de tudo... desânimo de viver, de procurar, de estudar... vivendo num país onde quatro MESES de trabalho servem apenas para sustentar a “mamata” do governo é um absurdo. Ainda se tivéssemos condições reais de uso do transporte público, eficácia nos serviços da saúde, educação decente, tudo bem... mas, ao invés disso, temos corrupção, corrupção e.... mais corrupção. Num país onde empregadas domésticas sem estudo algum ganham mais que alguns mestrandos. Não, não estou desmerecendo as empregadas domésticas, entenda-me bem, mas o que quero dizer é que há pessoas que estudam como loucos para poder ter condições melhores e, quando se encontram dentro da real situação, se deparam com a triste realidade: nem trabalhando dia e noite-noite e dia, consegue-se um nível de vida auto-sustentável e, desta forma, o número de inadimplentes, empréstimos, agiotas só tende a crescer.
É difícil ir a um hospital e passar mais de 12 horas esperando pelo atendimento que não chega. Não por falta de profissionais, mas por falta de macas. O uso do transporte público é outra calamidade. Ir trabalhar usando o transporte público em São Paulo - uma cidade onde tem milhares de habitantes que precisam ir de um lado pra outro com rapidez – é outra calamidade, afinal não há transportes eficazes e em número suficiente para atender a população local. Aí, entram os carros. Trânsito infernal, stress, buzinas, caos... gasolina e álcool subindo, qualidade descendo, rodízio municipal, multas para encher os cofres de algum pilantra por aí e assim vai. E o ensino, então? Este é digno de dó. As escolas de ensino fundamental são de envergonhar a qualquer um. Uma ou outra são consideradas “boas”, mas apenas por força de vontade de alguns diretorese professores. Outras 90% ficam para trás na qualidade, a partir daí, surgem programas de “incentivo” como quotas na entrada da faculdade. Péssimo. Preferia que melhorassem o ensino e o salário dos professores para que os mesmos se sentissem mais motivados e, consequentemente, motivariam seus alunos a estudar de verdade, para que cada um pudesse ter a real capacidade de conquistar seu lugar na universidade pública, tendo o direito de estudar com dignidade.
A universidade é outro ponto a ser questionado. Querem tirar a autoridade da universidade pública... claro que querem fiscalizar o que se gasta, pois se for considerado “desnecessário”, óbvio que haverá um corte de verbas. E pra quê? Pra investir em algo mais útil? A resposta é siiiiim: na conta bancária do primeiro espertalhão que pegar o dinheiro e mandar para a Suíça. É muito mais interessante ter dinheiro em conta que uma população inteligente que não só elege de forma consciente, mas que cobra também de seus governantes.
Eu sei lá... ando meio de saco cheio de ouvir as notícias. É operação Navalha, é CPI do não-sei-o-que-lá, é corrupção daqui e de acolá. Será que tudo isso vai mudar?! Ouve-se de todos os lados que deve se votar com mais consciência: concordo e assino embaixo. Mas votar em quem? - esta é a questão. Ando meio desiludida com um país que elege pessoas como Clodovil e Frank Aguiar, por exemplo. Que ridículo uma pessoa ter preocupações tão pequenas ao dizer que as mulheres “trabalham deitadas e descansam em pé” em plena Câmara dos deputados quando há tantos outros assuntos a serem discutidos. Rios de dinheiro para sustentar pessoas que não fazem absolutamente nada. E a gente aqui, trabalhando sempre.... muitas vezes doente, muitas vezes cansado, mas sempre sustentando as riquezas dos outros.
É mesmo uma vergonha nacional, uma desilusão pessoal. “Desilusão, desilusão... danço eu, dança você na dança da solidão...”
Tuesday, May 22, 2007
* Rindo à toa... *
Fim de semana completamente engraçado, do início ao fim. Você já saiu com alguma pessoa que usa dois sapatos diferentes de uma só vez?! Ou, então, você conhece alguém que dá um fora em outrem no estilo mais "chulo" dizendo "Hoje não, Marcio"? Pois é... conheço alguém exatamente assim: eu mesma. Muitas coisas engraçadas andam acontecendo comigo ultimamente... primeiro é um final de semana inteiro de baladas e quando se acorda no Domingão, em pleno dia das mães, intoxicada pela fumaça da balada e aquele cheiro insuportável no cabelo, eis que, após toda a família já ter tomado banho e estar pronta para sair, o chuveiro insiste em não funcionar. Aliás, não O chuveirO, mas oS TRÊS chuveiroS que se encontram em casa... resultado: vou me encontrar com a italianada inteira fedidinha-da-silva-sauro! Mal entro na casa da minha prima e já peço – com a maior cara (des)lavada – o empréstimo de seu precioso chuveiro... What a shame!
No último final de semana acabo por surpreender a mim mesma novamente! Cheguei em pleno aniversário do meu primo num barzinho com videoke lá na Vila Olímpia e de repente percebo que há algo estranho. Não estava entendendo bem o porque de um dos meus pés estar tão confortável e o outro não. Quando olho para baixo, a grande surpresa: um pé estava calçando um lindo sapatinho preto de verniz sem salto algum e, o outro, um sapatinho preto também – pra minha glória – mas nem era baixinho e nem de verniz... claro que na hora deu um ataque de riso em mim e em todas as pessoas que se encontravam comigo na porta do local, mas, não contente, fiz o manobrista voltar com o carro para fazer a pequena troca de sapatinhos. No entanto, procuro, procuro, procuro (detalhe: junto com o prestativo manobrista) o outro sapato de qualquer um deles e o que encontramos apenas?! Um par de pantufas vermelhas!!!! Resultado: fiquei a festa inteira sentadinha sem me mover e sendo alvo de pequenas chacotas – às vezes por parte de mim mesma, às vezes por parte de meus queridos primos... não bastando isso, um deles ainda tem a audácia de nos inscrever para cantar a famosa "Festa no apê" do Latino. Sucesso total... sapatos diferentes em cima do palco com um bando de homem cantando que vai rolar um bunda-lele no meu apê.... hahaha.. fala sério! Alvo total de chacotas infinitas! A minha sorte é que tinha bastante gente brega e bêbada e jamais repararia nos meus pés... What a shame again!
Sunday, May 13, 2007
* She *

Para poder explicar
Como é grande o meu amor por você”
(Como é grande o meu amor por você – Roberto Carlos)
Às vezes discutimos bastante... por divergências de idéias e opiniões, diferentes pontos de vista, mas, depois, tudo acaba voltando ao normal.
Estando longe ou perto, sei que posso contar com ela. Já liguei de lugares muito distantes para chorar as minhas tristezas e ouvir palavras de consolo ou apenas para dizer que lavar roupa era mais legal do que eu imaginava e que eu a amava mais do que tudo. Já chorei de tanta saudade do abraço e do carinho. Já tive medo de reações e situações...
Ela me escuta, me dá conselhos, alisa minha testa, me dá colo. Mais que uma mãe, uma amiga que, mesmo apesar de tantas diferenças, caminha sempre ao meu lado, procurando fazer o melhor por mim. No fundo acho que somos muito diferentes, mas de jeitos infinitamente iguais...
Friday, May 11, 2007
Saturday, May 05, 2007
* Wanting more... *

“leste oeste norte sul
onde um homem se situa
quando o sol sobre o azul
ou quando no mar a lua
não buscaria conforto
nem juntaria dinheiro
um amor em cada porto
ah se eu fosse marinheiro...”
(Maresia-Adriana Calcanhoto)
Às vezes eu digo coisas da boca pra fora, mas nem percebo que elas expressam o que realmente sinto. Sinto, por exemplo, que, provavelmente, meu dia precisaria ter mais de 48 horas para que eu pudesse desfrutá-lo da melhor maneira possível. Gostaria também de ter mais de uma vida – isto é, se já não tive, terei, ou tenho – para poder ler tudo aquilo que eu desejo. Estranho este pensamento para alguns, eu sei, minha mãe é um exemplo clássico do "estranhamento", afinal, ela odeia ler... mas, cada vez que eu entro numa livraria – cabe ressaltar aqui que tenho evitado ao máximo entrar em uma – minha vontade de poder sentar ali e esquecer da vida é enorme. Quero viajar lá dentro das idéias de outras pessoas, saber o que o mundo pensa, ler mais sobre a Índia, a China e até mesmo sobre a Mongólia... poder ir e voltar a hora que eu quiser da Itália apenas com o pensamento. Viajar nos contos da Clarice, nos romances do Assis, nos poemas de Carlos. Conhecer o desconhecido. Tocar no desejado. Entrar nos livros e não sair tão cedo, com pressa para voltar à realidade. Ah, outra coisa que eu queria também e, talvez, tenho tentado treinar um pouco pra isso, é virar uma pequena eremita. Queria me isolar um pouco e ter tempo para olhar pra mim mesma. Olhar lá dentro e ver se todos aqueles valores ainda valem a pena ou devem ser completamente reformulados. Ou, até mesmo, dar uma roupagem nova para cada um deles. Algumas modificações, talvez, não fossem demais. Queria também não ter sono excessivo, ter tempo suficiente para passar com meus amigos, um grande amor esperando a hora certa chegar... um abraço apertado, um colinho quando precisasse, ser acordada com beijinhos, ser surpreendida com bombons... enfim, essas coisinhas que fazem nosso dia-a-dia mais doce... queria muito mais do que ando tendo... uma liberdade maior, uma independência verdadeira...
Tudo ao seu tempo... tudo ao seu tempo...
Tuesday, May 01, 2007
* Let the sunshine in... *

Sunday, April 29, 2007
* Look back? *

Estou no meio da ponte. Devo seguir em frente ou devo olhar para trás? A ponte é gigantesca e parece sem fim. Ela me leva ao desconhecido, ao que eu não posso prever e nem sentir. Estou dividida. Ao olhar para trás, percorro um caminho extenso de lembranças boas e, ao mesmo tempo, amargas. Aí me pergunto: pra quê? Sem necessidade. Ao olha pra frente, me questiono: Será que o novo não pode trazer coisas melhores? Coisas que me saciem de verdade e que eu não tenha que fingir em me satisfazer? Não sei... acho que ninguém sabe... só sei que stou amando a nova fase das descobertas e planejando o sepulcro daquilo que não serve mais... a caixinha que eu guardei tanto e com tanto amor agora, não me serve para mais nada. Não sei se a jogo da ponte, se a deixo lá no meio ou se, simplesmente, esqueço que ela existe e sigo em frente, deixando ela ali no meio, sem olha para trás, jamais...
“Nem surgisse um olhar de piedade ou de amor
Nem houvesse uma branca mão que apaziguasse minha fronte palpitante...
Eu estaria sempre como um círio queimando para o céu a minha fatalidade
Sobre o cadáver ainda morno desse passado adolescente.”
(trecho de: “O olhar para trás” – Vinícius de Moraes)
Thursday, April 26, 2007
* Between Crumbs & Apples *

“Migalhas dormidas do teu pão...
raspas e restos me interessam
pequenas porções de ilusão...
mentiras sinceras me interessam...”
(Cazuza-Maior abandonado)
Sunday, April 22, 2007
* What a crazy life *

“But one thing I’ve learned
For every love letter written
There’s another one burned
So you tell me how it’s gonna be this time…”
(Hole in my soul – Aerosmith)
Quarta-Feira... dia comprido, meio de semana! Dia cansativo, mas sempre com algo de bom. Não vamos ter última aula... apesar de eu amar Antropologia, fiquei realmente feliz por poder ir embora mais cedo. Além disso, aquela pessoinha interessante – diga-se de passagem – estava lá muito "interessantemente" conversando comigo. Meu Deus, como pessoas inteligentes me atraem! Na verdade, não é bem a inteligência, mas a pessoa que sabe conversar e que tem real conteúdo... Adoro poder ter a oportunidade de poder conversar com alguém assim. Mas, como nem tudo é perfeito, tinha que acontecer alguma coisa... O encontro com o desencontro. Urghhh!!! O pior é que, como não sei disfarçar nadinha de nada, acho que ficou mais do que claro que eu não estava confortável com a situação, mas tudo bem. Resultado: ligação desesperadora para aquela que me acolhe... uma fofa! Um anjo.. sempre! E comecei a ouvir com mais atenção e pedir também algumas “coisinhas” para o universo...
- 2º ato: surpresas
Enfim, comecemos do começo: agradáveis surpresas aparecem no meu caminho. De repente percebo algo em mim que nunca havia descoberto. Um lado novo, aliás, “muito novo até demais”... depois de tudo pelo que tenho passado, depois de ter mais de 1500 amigos registrados nos meus "Orkuts da vida", depois de tantas coincidências e surpresas, uma pessoa ainda consegue me surpreender. Surpreender no sentido bom da palavra, no sentido de que ainda há pessoas que se importam com as outras ou que se mostram interessados por elas.
Ok, você não deve estar entendendo nada, mas eu explico: a pessoa aqui que vos fala, muitas vezes se passa por “boba”, “inocente” e até se acha, de verdade, benevolente demais para com os outros. De repente, um dia, aparece um alguém na sua vida que se mostra tão intenso quanto ela e que, no final, desmonta o castelinho no qual a princesinha vivia. A partir daí, a princesinha entra em completo e absoluto desespero e acredita que nada mais a impressionará ou que, ninguém mais será verdadeiro o bastante, pois o mundo mudou, os conceitos mudaram, os valores caíram por terra. Mas, aí é que vem o “x” da questão: será que todas as pessoas que se aproximam são assim?! Talvez não, talvez sim... mas é sempre mais fácil generalizarmos certas idéias para vivermos em conforto e conformidade consigo mesmos.
Após estes pequenos “parênteses”, volto à minha agradável surpresa: eis que estou num local com mais outras 61.999 pessoas e surge uma para conversar comigo. Eu, como sempre, conversando com todo mundo, aceitei conversar com mais uma pessoa que, ao meu ver, tinha a carinha de uma criança fofa e nada mais. De início, meu pré-conceito até pensou: “ai, lá vem com historinhas” e, eu confesso, não tenho muita paciência para “xavecos furados” e coisas do tipo. No entanto, para minha completa surpresa, foi exatamente o contrário: uma pessoa simples, inteligente e muito interessante de se conversar... engraçada, pois acabou me fazendo rir e conseguindo prender minha atenção a ponto de eu deixar meu propósito principal de lado – A Banda – para prestar olha para o outro.
Primeira surpresa: ele me beijou. Não, eu não beijo estranhos... mas acabei me permitindo e, pasmem: não fiquei nem um pouquinho arrependida.
Segunda surpresa: uma pessoa fofa, não-alcoolizada, educada, gentil, mais alta que eu (pasmem novamente!) e que falava coisas que faziam completo sentido. Fato: ele sabia conversar.
Terceira surpresa: ele falou de certas coisas que eu duvidei... acho que depois de tudo, acabei perdendo e muito a confiança na “classe” em questão, no entanto, eis que era tudo verdade... sim, completa surpresa neste ponto! Como eu descobri? Isso não vem ao caso, não é mesmo? Todos têm uma veia investigatória em si....
Quarta surpresa: ele pediu o meu telefone...
“- O meu telefone? Pra quê?! Você não vai me ligar mesmo...
- Duvida?!
- Com certeza... mas, vamos lá... meu telefone é....”
Quinta surpresa: terça-feira, durante a palestra sobre Direito Trabalhista, eis que o celular vibra.... um número estranho... “ah, mas não pode ser...” E não é que era mesmo?!
Sexta surpresa: Deus do céu... ele deve estar louco... ele quer sair comigo.. e no SÁBADO!!!! Pausa para uma pequena explicação: Sábado é o dia internacional da balada... como pode uma pessoa que acabou de me conhecer, ligar com tanta antecedência (em relação ao sábado, óbvio) e ainda reservar seu dia internacional para sair comigo?!?!!
Bom, surpresas a parte, o importante de tudo isso é que realmente estou surpresa com o mundo e ele mesmo anda me ensinando, mais uma vez que generalizar não é a alma no negócio...
- 3º ato: sonhos
Andei sonhando coisas desagradáveis ultimamente e não é que meu subconsciente juntamente com meu sexto sentido estavam caminhando juntos e me avisando de algo que só eu não conseguia enxergar?! Pois é... agora eu abri os olhos e enxerguei ainda mais... mas, desta vez, sem nada para impedir, sem nada para embaçar minha visão... apenas ela estava lá, límpida e cristalina e somente um cego não poderia ver... afinal o pior cego é aquele que não quer enxergar e, talvez, este fosse meu caso...
Acreditar numa pessoa é uma coisa e ver os fatos ocorrerem de forma “estranha” é completamente diferente... mas o legal é que, por meio de um sonho, algo tão simbólico, eu percebo que nem tudo que reluz é ouro... hehe.. chega, não é mesmo?! Outra lição aprendida: it's high time you moved on, baby!!! Aguardem as cenas dos próximos capítulos...
Thursday, April 12, 2007
Tuesday, April 10, 2007
* Lembranças *
(Ainda lembro - Marisa Monte)

Wednesday, April 04, 2007
* No name... *
Recorta do ar
O cheiro da flor
Ruído do mar”
(Borboleta - Adriana Calcanhoto)
areia quente nos seus pés. Senta e sente o sol batendo no seu rosto. Senta e sente a pequena brisa bater nos seus cabelos. Ela pensa no que anda acontecendo, pensa no que vai acontecer, pensa no que aconteceu. A praia está ali. As pessoas ao seu redor são especiais demais. As conversas... ah, as conversas! Uma delícia conversar com pessoas que não fingem ter conteúdo, mas o tem de fato. Uma delícia sentar ali e, ao mesmo tempo, esquecer de tudo... “das cores do mundo...”Tuesday, April 03, 2007
* Murph WAS by my side *

"Tudo leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível"
(Murph)
Tudo começou numa madrugada de Quinta-Feira sem fim. O trabalho era intenso e parecia não acabar mais. A noite prometia ser longa, uma vez que era necessário que tudo saísse como o previsto e da forma mais correta e perfeita possível. De um grupo inteiro, apenas alguns se preocupavam... e até demais. MSN ligado à força e umas pessoinhas que não deveriam nem lembrar da existência de outras insistiam em ser simpáticas. No entanto, isso não atrapalhou em nada, na verdade até ajudou a manter acordada aquela que quase estava caindo em frente ao computador.
3:00 da manhã... hora de não se agüentar mais e se render à cama. No dia seguinte, ou seja, no mesmo dia, acorda às 6:37 para ir trabalhar... não se agüenta, mas pensa que está acabando a semana e o fim de semana promete. Durante o dia todo se debruça sobre o seu trabalho... aquele mesmo da noite anterior. Lê, relê, põe vírgula, tira vírgula, pula linha, apaga tudo, recomeça e as horas passam. A tarde chega rápido e com ela a hora de partir. Uma correria. Termina-se o trabalho – que, ao seu ver, está muito bom – mas, não consegue imprimir. Passa duas horas em diversos lugares e não obtém sucesso algum. A apresentação de Power Point tampouco ajuda. O computador não quer gravar em nenhum lugar. Chega um momento que eles começam a acreditar que, mesmo dando tudo errado, no fim, vai dar tudo certo. Engano. Na hora da apresentação, o trabalho ainda não estava impresso. O “data show” não queria funcionar. A caneta não queria escrever na lousa. E as lágrimas, inevitavelmente, escorriam. Escorriam porque não se conformavam que, depois de tanto trabalho, tanto empenho e tanta dedicação, nada mais podiam fazer diante daquilo tudo. Ainda tinham a esperança (sim, ela é a última que morre!) de conseguirem, ao menos, imprimir e entregar o trabalho para o professor. E lá se foi ela, novamente, correr atrás do prejuízo. Correu, correu, correu, machucou seu pé, suou como uma louca e conseguiu, finalmente, a impressão das vinte e poucas folhas. Correu de volta, tentou prestar atenção na outra aula, mas nenhuma palavra sequer foi assimilada. No seu término, correu novamente em busca do professor ou de uma pessoa que soubesse do seu paradeiro e aí, a decepção: ele já tinha se ido.
Ainda bem que o final de semana, pelo menos, compensou... e MUITO!
