
Wednesday, September 03, 2008
Tuesday, September 02, 2008
~ Palavras ao vento #5 ~
MSN. Sempre o MSN. P. estava online quando B. surge offline chamando-a.
B. conversa como se eles se conversassem sempre: brincando, conversando, contando as novidades. P. o trata normalmente, mas sempre com algumas delicadas sutilezas nas entrelinhas.
Por fim, B. diz que comprou uma moto e que quer mostrá-la para P. no próximo final de semana, mas P. diz não poder e B. insiste, já marcando para o outro final de semana.
Oh, Deus!
Sunday, August 31, 2008
~ Era de Aquários ~

Ontem estava passando o filme do musical Hair. Não o assisti inteiro, mas fui assistindo algumas partes lembrando de quando nós montamos esta peça no colégio e com esta mesma ganhamos diversos prêmios no Festival de Tatuí.
Era 1998 e eu tinha acabado de voltar de um intercâmbio de 6 meses nos EUA. Nem sabia direito o que estava acontecendo, o pessoal do grupo de teatro já estava ensaiando a peça desde o início do ano com toda a preparação de praxe. Cai de gaiato. Nem sabia muito bem do que se tratava a peça, pois no alto dos meus 16 anos, nunca tinha ouvido falar em Hair. Mesmo assim, o diretor disse que eu poderia participar e lá fui eu.
A história retrata os hippies dos anos 60 no seu movimento "paz e amor" contra a guerra do Vietnã. É emocionante, cheia de músicas, coreografias e cores... uma verdadeira brincadeira com os sentimentos e toques humanos. Assistindo e ouvindo as músicas, comecei a pensar - meio que viajar, confesso - num mundo onde não existisse dinheiro, ganância, poder. Onde todos fossem iguais no matter what e fizessem o que realmente tivessem prazer. Um mundo onde as coisas não seriam tão difíceis, onde todos se entendessem, sem que existisse uma guerra para impor os limites. As pessoas fariam aquilo que "desse na telha" sem ser julgado pelos outros e não existiria preconceito, dinheiro, discórdia. A natureza estaria aí para ser utilizada, mas não para se obter lucro, pois este conceito não existiria, seria apenas pra viver bem. O trabalho seria algo prazeiroso e não martirizante. Cada um faria realmente o que sabia fazer e não fingiria ser algo que não é. A vida seria mais leve, com mais cores, com mais prazer... Um mundo completamente utópico, mas com pessoas felizes e cheias de vontade de viver, sem ver o que o outro tem ou deixa de ter, vivendo a vida com amor.
Maybe we should let the sunshine in a little bit more...
Friday, August 29, 2008
~ Florian ~
Acho que desistiu. Parou de sonhar e pôs o seu pé no chão. Jamais seria possível encontrar uma pessoa de quem você não tem nem o sobrenome. Não sabe aonde trabalha, aonde pode encontrar. Sabe aonde é a casa, mas não sabe o endereço. Sabe apenas chegar lá, mas é longe, não é possível. Nem de final de semana. Nem nunca mais. Nem nada.Dizem que a esperança é a última que morre. Talvez não seja. Talvez tenha cansado e desistido de procurar pelo que não tem jeito.
Sunday, August 24, 2008
~ Notting Hill ~
~ Cala a boca, Galvão ~
O jogo de vôlei masculino que passou nesta última madrugada não acabou muito bem para o time do Brasil. Muita gente vai falar que os "meninos" não se esforçaram o suficiente. Outros vão dizer que eles se esforçaram, mas, realmente, a seleção americana foi melhor... enfim... eu, particularmente, acho que o time brasileiro que entrou na quadra, não foi o mesmo que jogou os três sets depois. Parece que, de repente, um desânimo pairou e eles acabram deixando que os EUA crescessem em cima deles. No entanto, isso não quer dizer falta de esforço por parte da seleção.
Ao final do jogo, dava para ver a tristeza entre eles. Acontece. Os americanos realmente jogaram bem e venceram com todo o mérito. Mas o que mais me deixou impressionada e com muita raiva foi o irritante Galvão Bueno. Meudeusdocéu como este homem consegue ser insuportável. Até mesmo quando o Brasil ganha ele é irritante.
O jogo terminou, os jogadores desconsolados e o Giba, na saída da quadra, foi parado por um repórter da Rede Globo e não quis falar. Ele estava decepcionado e tinha todo o direito de sair da quadra calado até se recompôr de novo e, quem sabe, falar depois com a imprensa. Aí vem a "voz da experiência" do todopoderoso Galvão e diz que isso não era postura e que não é só quando se ganha que tem que falar. Quando se perde tem que falar com a imprensa também, etc, etc.
Que homem mais insuportável... seria muito mais fácil se, ao invés do Giba ficar quieto perante as câmeras, o Galvão calasse a boca e não falasse tanta besteira.
Thursday, August 21, 2008
~ Dirversão ~
Sim, sim, sim, você tem toda a razão, mas devo dizer que, mesmo assim, ainda continuo rindo!!! É cada uma... hahaha
Tuesday, August 19, 2008
~ Gente estranha ~

Gente estranha é assim: primeiro te liga do nada te convidando para ir tomar uma cerveja naquele domingão ensolarado que só você está estudando. A pessoa até abre uma exceção já que você, na época em que a conheceu, não tomava nadinha de álcool e acaba dizendo que, ao invés da cerveja, podem tomar um suco. Você, educadamente, recusa o convite, pois tem muita coisa ainda para pôr em dia.
A pessoa nunca liga. Nunca ligou, nem quando vocês estavam juntos há alguns anos atrás. Quando liga, é um milagre da natureza. Liga para convidar para sair com outros amigos tantos da época de faculdade. Até aí, ótimo... pelo menos a amizade restou. Mas ligar do nada, em pleno domingo para tomar uma cerveja? Foi bem estranho.
Enfim, depois deste episódio de "não tomada de cerveja", a pessoa que recebeu a ligação com tamanho estranhamento, fica devendo uma próxima ligação para uma possível saída. Nada demais, afinal, a amizade ainda continua. Mas ela acaba por não ligar.
Antes de sair de férias, porém, a pessoa que recebeu a ligação tinha um churrasco de despedida para ir e resolveu convidar o "menino-que-queria-levá-la-pra-tomar-cerveja" para o tal churrasco, afinal, queria uma companhia.
O meninoquequerialeválapratomarcerveja acabou não podendo ir ao churrasco, mas, em contrapartida, convidou a mesma para uma Festa do Chopp de uma faculdade. Ela foi com uma amiga e ele com duas amigas. Afinal, a amizade continua...
Na festa, entre um chopp e outro, umas brincadeiras aqui, outras lembranças ali, eis que ele se empolgou e beijou a mocinha. Surpresa, a mocinha retribuiu, mas nada entendeu, perguntando-se o porquê ele tinha dito que "não queria fazer isso, pois você está indo embora", sendo que ela ia, mas voltava em pouco tempo. Ela procurou esclarecer a idéia e ele falou - e repetiu inúmeras vezes - que quando ela chegasse para que ela ligasse pra ele. Claro. Por que ela não ligaria?!
Eles ainda se falaram antes de ela viajar. A pessoa que nunca liga, decidiu ligar para desejar boa viagem, pra dar tchau e para lembrá-la de mandar notícias quando chegasse.
Ela voltou. Mandou mensagem e nada. Dos dois últimos e-mails enviados, nada recebeu como resposta. Teimosa como só ela e incoformada com a estranheza das pessoas, resolveu ligar depois de uma semana. Ea pessoa mais simpática e brincalhona do mundo a trata muito bem... e?
- Volto pra SP na Sexta à tarde... vou te ligar pra gente fazer alguma...
- Beleza, espero você me ligar...
O tempo passa... a ligação que nunca veio. Nem a ligação, nem a resposta, nem a mensagem...
E depois ainda dizem que as mulheres que são estranhas... eu, hein?!
~ De boca bem fechada ~
Ouvi isso outro dia...
Temos dois ouvidos, dois olhos, dois orifícios no nariz e uma boca...
Sabe o porquê?
Porque devemos observar, agir, refletir, enxergar, sentir e ouvir mais e... falar menos!
Falar menos! É isso... preciso falar menos e agir mais. Se eu ficar falando tudo o que eu vou fazer não dá certo...
~ Sempre igual ~
E o seu problema sempre é maior que o de todo mundo.
Sempre você quer ser o centro das atenções, não aceitando dividir nada com ninguém, mas
podendo se dividir entre todas.
Do nada fica mau-humorado por causa de alguém que não vai parar de te infernizar a vida, assim como você não deixa de infernizar a vida alheia.
Quando bebe, fica carinhoso, outra pessoa. Fala o que tem vontade, olha nos olhos das pessoas, se emociona. Torna-se ser humano novamente. De carne e osso.
O que difere agora é que nem todas as pessoas acreditam mais nas suas palavras. Elas se tornaram apenas palavras que ficam nas entrelinhas de um caderno escondido nos escombros. Não são mais motivo de felicidade, nem motivo de tristeza. Apenas palavras que não fazem mais diferença.
Mesmo com tudo, as pessoas ainda insistem em te ajudar, mas não há mais nada a fazer. É você quem tem que decidir o que é melhor e mais correto... mas parece que sempre quer o que é errado, o que é ruim.
E é quando menos se espera, todo mundo é pego de surpresa, pois, no meio do abraço, um disparo.
Melhor deixar você ir embora de vez...
Tuesday, August 12, 2008
~ Se arrependimento matasse... ~
Quando se conhece uma pessoa interessante, tenta-se não perder contato com ela. Óbvio. A pessoa parece ser legal, tem uma boa conversa e você se identifica com o seu jeito. A partir disso, é muito fácil ter o contato desta pessoa para que a conheça melhor e a conversa continue se desenrolando. No entanto, nem sempre isso acontece.Nos dias de hoje, manter contato com as pessoas tem sido muito mais fácil que antigamente. Fato. Há o telefone, os e-mails, as cartas, os sites de relacionamento e assim por diante. Tudo para facilitar a comunicação entre indivíduos num mundo em que as notícias correm e a globalização só tende a aumentar, diminuindo tanto o espaço físico quanto temporal entre as pessoas. E, mesmo com toda a tecnologia e facilidade, a pessoa se perde e não pede o que precisa.
Tudo seria muito mais fácil se a simples pergunta – você pode me passar o seu contato? – tivesse sido feita. Assim simples, sem cerimônias, sem complicações.
Seria fácil também escrever um bilhete e deixar na porta ou junto ao celular. O fácil, entretanto, tornou-se difícil e sem tempo de voltar aonde se encontraram primeiro e os mundos sendo assim distantes tornaram-se ainda mais distantes, criando-se um abismo.
Agora ela procura a comunicação que se arrependeu em ter querido perder. O laço foi desfeito, mesmo antes de ter se firmado, dando espaço ao falso desapego.
Adianta se arrepender?
Saturday, August 09, 2008
=(
How hard it is to be back to reality? It's been terrible. I only have been here for a little bit more than 2 days and I already feel bad. Depressed. No words to explain. What has happened to me? I have no clue! What is going on with my life? I feel like I'm completely lost. I really don't understand...
How hard it is for me to understand that eveything should get back to normal like it always happened before? I'm afraid things will never be the same again. Actually, I do believe they aren't going back to any normality.
I feel that this trip wasn't just "another trip", but a real watermark. I've changed and that's it. I acted very differently compared to what I'm used to everyday. I did things I never imagined and they did make me feel good. They made me feel alive again!
I feel so bored right now.
Thursday, August 07, 2008
~ Back to reality ~
Acabou. E que tristeza que eu senti na hora do adeus. Ainda não acredito que passou tão rápido... justamente agora que eu estava me adaptando a todas as moedas de diferentes tamanhos e valores. Agora que eu já estava amando Londres como a minha própria casa desde sempre. Reencontro com todos os amigos que lá foram moram por um tempo ou pelo resto da vida. Tristeza.
Ainda não estou conseguindo imaginar a minha vida aqui. Tudo e todos voltaram ao normal, menos eu. Estou me achando meio que uma estranha no ninho. Não estou entendendo o porquê da "não vontade" de voltar a minha vida antiga que era, até então, querida.
Queria ter ficado mais. Queria ter ficado até Dezembro.
E bem quando conheço pessoas diferentes e especiais, está na hora de vir embora.
Viszlát!
Monday, August 04, 2008
~ Iwi girl ~
Iwi and I met three years ago in an Italian summer course, in Rome. Since we met we became close friends and although she had already walked through the city of Rome, she accepted walk one more time with me so I wouldn't go by myself. When she was about to leave to Poland, she invited me to go there for 10 days. Of course I took this chance, otherwise when would I go to Poland?!
Anyway, I left Italy, I went to London for 10 days and, after that, I headed to Polska. We had the best time together. I got to learn some Polish and she had some Portuguese as well. It was great.
When I went back to Brazil, we still kept exchaging e-mails and messages with each other. Meanwhile she started dating this really nice guy who lives in London and then she moved to London after she graduated from her course.
This year, I decided to take
an English course for young lawyers and this was the opportunity to meet her again because the course was in London as well. In the end, we not only met, but also planned to go to Paris together with another Polish friend of ours and it was incroyable!!! We ohad so much fun that the days passed by really fast.
Yesterday it was the last time we've seen each other at least for this year. Her boyfriend Billy made us some pancakes for breakfast and we talked about a lot of things, including our possible meeting in Brazil next year.
Although it was only yesterday, I already can't wait to meet them again next year!!! It's so hard to say goodbye when you don't want to leave. I said goodbye and tried not to drop a tear, but it was really hard.
After I turned the corner, I just could feel it and could not look back anymore.
I hate goodbyes.
Thursday, July 24, 2008
~ Ready? ~
Here I go again! The next stop for the weekend is the city of Edinburgh, Scotland.
O curso de inglês jurídico acaba amanhã e Sábado cedinho irei para Edimburgo de trem. Dizem que a paisagem da viagem é imperdível.
Segunda estou de volta, mas com muita pressa, pois o trem para a cidade luz me espera! E duas amigas polonesas também!!!
Wednesday, July 23, 2008
Tuesday, July 22, 2008
~ Cherie ~

Então é assim que funciona: eu no meu canto, quieta. Ele no seu canto, não tão quieto.
Eu sei que ele tem namorada. Ele mesmo me contou. Pra mim, desde então, virou amigo e nada mais. Nada a pensar. Nada a sugerir.
Depois de algumas poucas cervejas da parte dele e algumas outras coisinhas da minha parte, ele pensou que eu estava "simpática" demais para não perceber o seu joguinho. Fez uma gracinha aqui, outra ali. Sobre a altura, a distância da casa da namorada (que, inclusive, não mora na Europa, ao contrário do cidadão) e assim por diante. Depois ficou distante, talvez para fugir da tentação.
Como eu percebi o joguinho e também não me recusei a brincar, resolvi jogar um pouquinho também e, ao invés de logo entregar os pontos, brinquei com mensagens subliminares que dariam a entender os verdadeiros significados.
Pensei que não mais receberia algo desta pessoa - até mesmo porque esta não tinha mais créditos -, mas, para a minha completa surpresa, eis que no Domingo de manhã eu recebo uma mensagem de bom dia, se eu ainda estava dormindo e de como havia sido minha balada no dia anterior pós-pub. A mensagem vinha do seu celular estrangeiro, uma vez que ele continuava sem créditos. Respondi e entre uma mensagem e outra, ele pediu para que eu entrasse na internet para contar os detalhes. Entrei e nós ficamos conversando durante um bom tempo.
Ele, curioso como sempre, queria saber o término da minha mensagem do dia anterior e eu não quis dizer por diversos motivos. Eu só poderia dizer o resto da minha frase quando ele estivesse mais bêbado e não se lembrasse do que eu falaria no dia seguinte. Nas entrelinhas, entretanto, deixei claro que eu queria a mesma coisa que ele queria, mas que não podia querer. Ele também fez-se claro que pensar demais às vezes atrapalha e que apesar da minha frase não poder ser terminada e de ele não poder fazer convites, a vontade continuava ali, mesmo com um empecilho aos dois.
No dia seguinte, as coisas voltaram ao normal, como se nada tivesse acontecido ou sequer tivesse sido comentado. Tudo normal até o final da tarde. Conversa vai, conversa vem e já que estou atrapalhando, por que não atrapalhar de vez e dizer o que tem que ser dito. A vontade existe. Eu só pus pra fora o que estava entalado. "Falei" o que tinha que falar e saí. Fui para a balada.
No meio da balada recebo uma ligação de uma das minhas roomies dizendo que a pessoa tinha respondido. E a resposta era boa. O desejo é recíproco. Adorei. Só não gostei da outra parte, mas tudo bem. Como dizem os "sábios" dos bares a bebida entra e a verdade sai.
Tudo certo, tudo resolvido. O empecilho ainda existe, mas agora já parece uma coisinha mínima. Decidi questionar. Não, não questionei o empecilho. Questionei a segunda parte da mensagem. Pra quê? Para ouvir um "desculpa", pois ainda há um empecilho e que esperava que eu entedesse.
Claro que eu entendo este fato. Eu só não entendo o fato de mexer no que está quieto. E não entendo o porquê a mudança da lua. Tudo bem que somos pessoas de fases, mas em 24 horas a mudança foi muito grande...
E é assim que a história que nem começou já terminou.
vc sem terminar frases e eu sem poder fazer convites...
~ Música da semana ~
Foo Fighters: 'Breakout'
You make me dizzy running circles in my head One of these days I'll chase you(r mother fucking ass) down Well look who's going crazy nowWe're face to face my friend, Better get out You know you make me break out make me break out I don't want to look like that I don't wanna look like that You know you make me break out Make me break out I don't want to look like that I don't wanna look like that You know you make me break out You can see this on my face It's all for you The more and more I takeI break right through Therapy still scares me Putting me on my back again. I may be crazy, little frayed around the ends One of these days I'll phase you out Burn it in the blast off, burn it in the blast off Watching me crawl away Try to get out, try to get out You know you make me break out Make me break outI don't want to look like thatI don't wanna look like that You know you make me break out Make me break out I don't want to look like that
~ Weekend ~
* O pub foi legal e eu fiquei surpresa com algumas atitudes alheia que eu não esperava, mas tudo bem. Poderia ter sido melhor, mas não pode se querer tudo também, né? (e este será um capítulo à parte).
* Londres tem trânsito bem no Sábado às 2:00 da manhã quando eu mais queria sair correndo do ônibus e entrar no primeiro banheiro que eu encontrasse. E, claro, estava eu no ônibus já há algum tempo, tentando chegar na balada, na qual eu nunca cheguei.
* Pra quê chegar às 20:00 se você pode chegar às 20:02 e não ir na London Eye, pois seu amigo conseguiu que vocês fossem de graça (o que significaria 20 ou 25 libras não gastas numa roda gigante). No entanto, mesmo eu correndo, suando e me matando... não foi desta vez que eu fui
dar uma voltinha na roda. Mesmo assim, tirei fotinhos lá de baixo mesmo... o céu da cidade estava lindo mais uma vez. Não me canso dele.
* Para a minha sorte ficar completa o amigo do meu amigo que trabalha na London Eye e conseguiu as nossas entradas não mais trabalhará neste posto, pois foi promovido a coordenador, ou seja, esta tinha sido sua "última volta" na roda. É mole?
Monday, July 21, 2008
~ No ending ~
As frases não podem ser terminadas...
Os convites não podem ser feitos...
As coisas poderiam, simplesmente, ser mais fáceis e o Sábado terminaria mais leve.
Os convites não podem ser feitos...
As coisas poderiam, simplesmente, ser mais fáceis e o Sábado terminaria mais leve.
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