Saturday, August 21, 2010

Lack of deepness

Recolho aos poucos os trapos que restaram. Não quero deixar sujeira espalhada por aí. Não quero que vejam esta parte, na verdade. Escondo tudo num saco preto de lixo e tento mandar embora. Mas, infelizmente, as coisas não funcionam bem assim... Quando me deparo de novo com todos os trapos juntos e personificados em uma única pessoa, todos os sentimentos voltam. E tento pensar em tudo de errado que aconteceu apenas para não ser eu mesma. Para me esconder dentro de mim. Prefiro me lembrar o tempo todo da situação desagradável que se instaurou. Pelo menos pra mim. Pros outros, talvez, não haja nada de desagradável, afinal, eu não mudei, não fui a lugar algum, apenas esperei todo este tempo com uma ínfima esperança.

Canso os ouvidos dos amigos ao meu redor, mas, mesmo assim, sinto que o assunto não se esgotou. Já os cansei o suficiente.

Não gosto da superficialidade. Não gosto de não olhar nos olhos das pessoas. Mas quando procuro aqueles olhos, tudo o que vejo é o reflexo de outra pessoa e não consigo me segurar.
Choro baixinho.

Sunday, August 08, 2010

Revisita ao passado


A reforma de um ambiente estimado implica em uma revisitação ao passado. Entre quatro paredes há muito mais que móveis, há um pouco de vida escrita. Um pouco da minha vida escrita. Implica em reler cartas, olhar objetos, rever pedaços de história que ficaram perdidos ao longo do tempo. De repente, fica difícil jogar pedaços do meu passado fora, afinal, faz parte da minha história e da pessoa que eu me tornei. Vejo as cartas, os escritos, as trocas de carinho por meio de tantas palavras que já se perderam no tempo. E ao ler tudo que parece estar perdido, dá um aperto de saudade e uma vontade de voltar a alguns daqueles bons momentos. Nesses momentos me pergunto como a minha vida teria sido se eu tivesse tomado outros caminhos, como já quisera. Se tivesse ido cursar jornalismo nos EUA, se tivesse continuando a namorar com o Alê, se tivesse desistido de fato da Letras, se tivesse saído de casa...

Hoje sei apenas que fica a saudade e uma vontade imensa de rever todas aquelas pessoas que um dia passaram pela minha vida e deixaram de alguma forma uma marca especial.

Tuesday, August 03, 2010

Três linhas


Três linhas. O começo e o término se deu em apenas três linhas. Linhas que se cruzaram bem ali sob o meu olhar. Cruzaram-se. Descruzaram-se. Embalhararam-se. E trouxeram a dúvida, a bagunça completa. Apenas três linhas, a princípio paralelas, se espalharam pelos pensamentos. Causaram sentimentos. Não precisavam confundir, mas o fizeram. Trouxeram consigo a vontade de ver, mas, também, a vontade de esquecer. Foram tão-somente três linhas e de nada mais precisou.

Sunday, July 25, 2010

Making extra room

Não sabia muito bem por onde começar. Apesar de ter ficado muito ansiosa para que ele ficasse pronto, não consegui mais mexer naquelas coisas amontoadas. Mas sabia que precisava fazê-lo em algum momento. Comecei pelas gavetas menores... e quanto mais meias inutilizadas, mais me empolgava em tirar coisas velhas de lá. Fui me surpreendendo com a quantidade de coisas desnecessárias que ocupam lugar na minha vida. Mais que meu quarto de tantas paredes, minha vida anda um pouco assim... cheia de coisas para as quais dou muita importância, mas que, no fundo, perderam seu significado de ser há algum tempo.
Não consegui terminar a arrumação neste final de semana - tem muuuita coisa espalhada ainda - mas consegui, ao menos, dar o pontapé inicial e tirar o velho e o que caiu em desuso e fazer espaço para que novos ares tomem conta.

A hora e a vez

Entre os meus testemunhos no orkut, eis que me deparo com algo que a minha irmã escreveu pra mim certa vez e que cai como uma luva em determinados momentos:

"Reze e trabalhe, fazendo de conta que esta vida é um dia de rapina com sol quente, que às vezes custa muito a passar, mas sempre passa. E você ainda pode ter muito pedaço bom de alegria...Cada um tem a sua hora e sua vez: você há de ter a sua."

A hora e a vez de Augusto Matraga (Guimarães Rosa)

Sunday, July 18, 2010

Exhausted

I've been trying to be away from my thoughts for the last days. I'm hurt and I feel that I have been betrayed for the 100th time. And I feel I can't take it anymore.

I know there wasn't another way, but this one. I knew it could happen some day, but I definitely was not prepared for this right now. I always expect that people will act the same way as I would, but no. They never do. Because humam beings are so unpredictable. You think you know them, you even fall in love with them and then, you just see the "ugly truth" right on your face.

Anyway, if he really was my friend and he really considered me as he wrote in that bloody e-mail message, he would have told me the truth and would not wait for me to see it with my eyes. I guess he just didn't expect we'd meet.

The truth now is that I've been working long hours, taking my body and mind to exhaustion. I realized I don't want to be sitting with myself, cause then I start thinking and then I start crying. I can't stop wondering why things have to be this way. Besides, I try to find what's wrong with me, what I've done wrong (again) and why I am such a non-datable person.

Anyway, I just wish I could disappear for sometime.

Sunday, July 11, 2010

About my real feelings

A gente vai contra a corrente até não poder resistir.

Não posso me enganar e dizer que não criei expectativas, pois criei. Esperei muito por esta noite e, particularmente, por esta festa, onde, supostamente, nos encontraríamos. Você perguntou inúmeras vezes se eu ia, mas, quando tive a certeza e a confirmação, você já não quis mais saber. Pois bem, nem assim desisti de vê-lo e, muito menos, de ir à festa.

Sabia que havia alguma coisa errada, pois não recebi mensagem alguma dele.... ainda sim, não precisei ficar inventando mil possibilidades para que ele não tivesse falado comigo ou o porquê ele ainda não tinha chegado, ou, ainda, o porquê ele não viria (a nossa imaginação nos prega peças nessas horas). Enfim, não precisei inventar nada. Outras pessoas que nem sabem dessa minha paixonite boba vieram me falar que ele estava lá. Desta forma, a única conclusão a que cheguei foi que ele, simplesmente, não queria me ver naquela noite e, assim, finalmente desgrudei do meu celular.

Na pista de dança, não conseguia não olhar para o lado sem que meus olhos o procurassem inconscientemente. Conversava com as pessoas com olhares distraídos. Quando, de repente, olhei para o meu lado esquerdo e o vi de longe. Inevitavelmente fiquei feliz, mas não quis chegar mais perto. Fiquei com receio. Não sei bem do que, mas tive um estranho receio e uma vontade de distância. Quando olhei pela terceira vez, vi que ele vinha na direção em que eu estava e não me mexi. Parecia que ele tinha me visto e sua expressão não era das melhores.

Quando chegou perto e me deu um demorado beijo na bochecha, tinha uma expressão estranha, a qual não consegui ler em seus olhos. Depois do beijo, olhei pra baixo enquanto arrumava meu vestido e foi quando eu vi que, na verdade, ele não estava sozinho. Estava de mãos dadas.
Não consegui mais olhar pra cima. Naquela hora, o tempo tinha parado, um momento rápido pareceu uma eternidade. Quando ele já tinha ido, olhei pra frente e meus olhos não se contiveram. Tentei retomar a festa da onde eu tinha deixado, mas as coisas estavam diferentes.

Mais tarde, ainda esperei uma mensagem, um “oi”, sei lá, qualquer coisa, mas nada tinha. Não o vi mais.

Tive diversos pensamentos antes da festa. Pensei em falar pra ele inúmeras coisas, pensei em não falar nada. Pensei em beijá-lo uma última vez, numa espécie de despedida. Pensei, pensei e pensei e, momentos antes da festa, não pensei mais nada. Achava que ia encontrá-lo facilmente, mas não o fiz. Achava que ia ao menos ter a oportunidade de conversar com ele, mas não tive. O nosso silêncio, naquela hora, falou mais alto.

Friday, July 09, 2010

Friday, July 02, 2010

Desde sempre



Sempre vai existir algo entre nós, algo que nos impeça de ser. Sempre vai existir uma prioridade, um compromisso, algo mais importante para ser feito. Uma vontade. Ainda que seja reprimida, ou, ainda, que quase inexista. Um querer falar sem palavras, apenas com o olhar. O olhar que não existe, os olhos que não se encontram. Um querer fazer não correspondido.

A verdade é que sempre há ao menos uma mesa. E, pior que isso, sempre vai haver mais que uma simples mesa de um restaurante qualquer que nos separa. Haverá um abismo, onde não há vontade e nem querer que sejam suficientes.

Wednesday, June 23, 2010

Assim?


Era para ser cheia de palavras e olhares e, quem sabe, até um beijo roubado. Mas não foi bem assim. Não era pra ser uma daquelas despedidas melosas, mas também não era para ser muda como foi. "Foi", na verdade, em partes, afinal, ele falou, ele puxou assunto, ele brincou e ele afirmou coisas que ela não queria ouvir.

Ele parecia não querer ir. Ela parecia querer ficar um pouco mais, por mais que lutasse contra isso.

Ela saiu do carro e se calou, esperando seu coração voltar ao normal logo após aquele quase beijo nos seus lábios. Ainda sentiu o conforto daquele abraço (de dois braços) e ficou a se perguntar tantas perguntas sem resposta.

Ele se foi e, junto com ele, o sorriso dela.

Sunday, May 23, 2010

Inspiração

Ontem voltei um pouco às minhas "origens" e levei minha irmã a um dos meus lugares prediletos: uma livraria.
E como foi bom respirar o cheiro dos livros, folheá-los, olhar de longe e pensar, mais uma vez, que uma única vida parece muito pouco para tanto.

Lugar comum*

Alice, então, decidiu encontrar uma "nova saída" para seus desencontros afetivos: saiu com um dos seus amigos/casos das antigas. Saiu para se distrair, sem intenção alguma de fazer qualquer coisa que não correspondesse às suas próprias vontades.

Encontraram-se, então, para, de início, irem à uma festa que costumavam ir alguns anos antes. No entanto, ele desanimou e a convidou para uma noite de queijos e vinhos. Entre os queijos e os vinhos, os lábios irresponsavelmente, se encontraram mais uma vez. No entanto, não como da última vez. Não como todas as outras vezes. Desta vez em especial, Alice não sentiu nada. Não sentiu sequer vontade de continuar ali. Não sabia mais o que estava fazendo. Seu amigo/caso, por sua vez, não mediu esforços para continuar e querer mais e mais. Ela não estava disposta a, mais uma vez, ir contra suas próprias regras e convicções e muito menos, contra suas vontades. Perdeu-se, então, em seus pensamentos.

No dia seguinte, então, Alice resolveu sair novamente, mas, desta vez, com sua melhor amiga. Foram a um show onde havia pessoas de todos os tipos e idades. Ao saírem do local, eis que avistou o sujeito do dia anterior de mãos dadas com outra garota, todo feliz e cheio de sorrisos com um casal de amigos.

Aí, então, fica a pergunta: pra onde foram mesmo todos os valores das pessoas?
Lixo.







(*) Escrito em março/2010

O retorno da internet

Pois é... minha internet voltou! Voltei ao mundo cibernético e nem tenho idéia se isso é bom ou ruim.
Agora, pelo menos, vou conseguir recomeçar a organizar a minha vida internáutica e voltar a visitar meus blogs queridos!
Uhu!

Sunday, May 09, 2010

Em segredo

Te namoro em segredo. Nos meus sonhos, dedilho suas madeixas enquanto você dormr um sono profundo e tranquilo no meu colo. E suspiro com a tranquilidade de te ver dormindo ali sobre um pedaço de mim. Quando acorda, me surpreende com um abraço apertado e eu me deixo levar pelo seu cheiro e o seu olhar cujos mistérios são sempre indecifráveis até mesmo aos olhos atentos.

Resquícios de vontades antigas ressurgem dentro de mim com a mesma intensidade de antes e eu de repente percebo que já é tarde para satisfazê-las. Assim, continuo debruçada sobre os meus sonhos longínquos de te ter mais perto novamente.

Sunday, April 25, 2010

About goodbyes


Ela se foi com data marcada para voltar. Foi com um sorriso lindo no rosto e eu jamais queria arruinar a sua felicidade. Tentei esconder as minhas lágrimas, mas não consegui. Não adianta, não sei me despedir, ainda mais se tratando de uma das minhas pessoas favoritas no mundo.

Sei que são "apenas" três semanas e que é um dos seus muitos sonhos que está se realizando, mas meu coração talvez não entenda isso como a minha razão o faz.

Lá se foi a minha irmã, minha melhor amiga, minha companheirinha de finais de semana e apenas uma coisa eu consegui constatar: sou tão chorona quanto o meu avô era.

Wednesday, April 07, 2010

A casa

Tudo está arrumado dentro da sua casa. Seus móveis estão impecáveis, a iluminação está perfeita, os quartos e as gavetas estão limpos e cheirosos. A casa está em excelente estado, pronta para ser desfrutada.

Depois que ela arrumou tudo, ele aparece. De início, não sabe muito bem como agir e olha apenas pela frestinha da janela o mais novo desconhecido que passa na rua. Ele parou na sua porta. Meio desconfiada, acaba abrindo a porta e deixando-o entrar. A princípio, ele mexe em algumas coisas, senta-se no sofá, procura algo no interior da cozinha e chega até a conseguir abrir algumas das suas gavetas trancadas a chaves. Ela continua na defensiva, mas não o impede de fazer coisa alguma.

O tempo passa e as gavetas deixam de ter chaves. A geladeira já é aberta e fechada quando ele quer, sem restrições. As roupas dele já se espalham pelo sofá, a toalha na cama. A casa vai ficando um pouco mais bagunçada, as coisas já não estão no seu lugar. E ela? Ela deixa que tudo fique assim, sem pôr e nem tirar. Limpa tudo direitinho, mas não tira nada dele do lugar... Deixa escapar as suas próprias vontades pelas frestinhas das janelas em nome da sua felicidade momentânea, mesmo que, para isso, tenha que deixar tudo espalhado do jeito que está. Com isso, deixa escapar também que não é de ferro, que não tem sangue de barata e que tem sentimentos. Tem sentimentos pela casa que ela construiu pedacinho por pedacinho durante todos esses anos, tem carinho pela mobília, pelas roupas, pelos pisos, pelo telhado... Sabe que não é das melhores casa do bairro, mas sabe também o quanto demorou para construí-la.

Sua permissividade ultrapassa as suas vontades e, assim, ela vive a esperar. Espera que ele lhe dê mais atenção. Espera que ele lhe dê mais carinho. Espera que ele lhe dê um pouco mais de prioridade. E vive a esperar.

Enquanto isso, os meses se passam e ele vai deixando algumas coisas para trás... alguns objetos pessoais, algumas roupas pelo chão, alguns armários semi-abertos. Pouco a pouco, ele vai saindo pela porta dos fundos. E ela? Ela fica lá, no meio da bagunça pensando o porquê de tudo ter ficado de pernas para o ar.

Assim, fecha suas portas e suas janelas. Ela precisa colocar a casa em ordem... tudo de novo!

Sunday, April 04, 2010

De outras páscoas


Inevitável não lembrar da casa da nonna nestes dias festivos e familiares. Lembrei do cheiro gostoso que vinha da casa da villa na Mooca e de quando éramos menores.

Na Páscoa, sempre, indiscutivelmente, passávamos o dia na nonna. Normalmente chegávamos quando alguém da família já estava lá. A nonna já estava com todas as panelas no fogo e as carnes no forno, sem esquecer do seu memorável aventalzinho. Daí chegavam os tios e primos e, com eles, a caipirinha, o vinho e os melhores doces das titias. Ovos de chocolate embrulhados em brilhantes papéis se espalhavam pela casa.

Enquanto o almoço não saía, nós, crianças, ficávamos por perto esperando o pãozinho italiano com molho em cima. A nonna reclamava, mas sempre acabava fazendo mais um e a gente já saía correndo pra sala.

Os adultos sentavam-se na mesa grande, enquanto as crianças se espalhavam pela sala, no sofá, no chão, na cozinha, aonde coubesse. Era uma festa só. Todo mundo falava ao mesmo tempo e contava piadas e ria e matava a saudade. A nonna não sentava à mesa, pois tinha que estar atenta para que os pratos sempre estivessem cheios, mesmo quando não conseguíamos mais comer. Sempre preocupada com que todos estivessem satisfeitos.

Depois do almoço bem italiano, as mulheres iam para a cozinha pra arrumar a bagunça, enquanto os homens se debandavam pelas camas e sofás da casa para tirar um cochilo.

Nós, crianças, íamos pra villa, jogar bola, empinar pipa, brincar de elefantinho colorido, esconde-esconde, pega-pega... o que desse vontade.

No final da tarde, quando as mulheres já haviam limpado a cozinha e a bagunça e os homens acordavam de seus enormes cochilos, vinha a hora do café da tarde. E lá estávamos todos nós novamente comendo e conversando. Era a hora preferida em que a nonna abria os ovos de páscoa e a gente se enchia de chocolates.

Só depois do jogo, do Faustão e de uma bela parte do Fantástico é que acabávamos vindo embora pra casa.

Eram Páscoas gostosas, páscoas felizes, e que deixaram boas lembranças e muita saudade!

Wednesday, March 31, 2010

Sobre as farsas cotidianas

Um dia, as pessoas ao seu redor vão acordar e olhar para o lado e, de repente, vão se surpreender. Era tudo uma farsa. Uma verdadeira farsa. Ela era a farsa em pessoa.

Um dia, as pessoas descobrirão que ela se vale de uma máscara e, quando esta cair, nada vai sobrar. Nada além dela mesma, sozinha, sem companhia, despida de todos os seus pensamentos. Dos seus sentimentos.

Um dia, descobrirão que ela não é tudo isso o que pensam. Pensam, fazem uma imagem dela, mas ela não é nada disso. É muito menos. Não entende o porquê as pessoas acham que ela sabe tanto, pois, no fundo, não sabe de nada.

Admito que ela se deprecia. Pensa que não é capaz. Pensa que nunca vai conseguir. Desanima. Não enfrenta. Tem medo.

A cada dia que passa, vive mais um dia, mas sabe menos sobre a vida. Brinca de saber, de se encher das coisas boas, mas, ainda, se sente só. Sente-se só como a menina que brincava sozinha com os seus inúmeros amigos imaginários ou que tagarelava sem parar na sala de aula e tomava bronca por isso.

Não entende a mente humana e muito menos os sentimentos alheios. Humana demais, espera demais e sonha demais com o que não vem. Não sabe mais o que é certo ou errado e vive se perguntando se o seu gostar também não passa de mais uma farsa para se refugiar de si própria. Vive se perguntando se somente ela vive numa grande farsa ou se a vida que é assim e que ela tgem que se adaptar.

Um dia, a farsa acaba, a festa acaba e nada mais sobra além da tristeza e da auto-destruição.