Sunday, September 28, 2008

~ Letting you go ~


I always think about letting you go. Always. And it has been hard for the past years. Although I always say that I don’t have any interest in your life, I used to. A lot. Although I keep pushing you away, it seems that has not been enough. I keep repeating to myself over and over again that you are no good at all and that we have absolutely nothing in common, but we do: we never let each other go.
I already stopped answering your calls. I already pretended that you weren’t at the same place I was. I kept avoiding places and parties to not see you. And as nothing was working, I decided to restart to go to the same parties and be at the same places as you.
And even though now I don’t give a dam to you and to what you have been doing lately, you still are really stubborn and keep calling me. If I don’t answer you, you call from somebody else’s phone, so I answer it and you can say that this is the only way you find to talk to me. And you inquire me to tell you the reasons why I haven’t been answering you lately. Why is that? You really don’t know, huh? I wonder.
It used to bother me that much. It used to make me upset and thoughtful. Not anymore.
I was impressed by the last time when you called me and after I answered you for the second time, I felt nothing. I didn’t miss you. I didn’t hate you. I just wondered why you called me. And you never answered this question.
Now I really decided to take you out of my life forever. It is useless to tell you my decision, so that’s why again I won’t, but, for the first time, I’m pretty sure that this is the best for me. And for you. Actually, for both of us together. No more tears. Memories will always be kept… inside a box, where they do belong.
I used to love you like I never loved anyone before. It was so strong that could become harmful and painful to feel. It could be the most beautiful thing. And I learned how to deal with it and with all the bad tastes in my mouth. And in my heart.
But now I’m pleased to say that everything is gone and although a lot of tears were dropped, I have no regrets. Maybe the only thing I’m regretful for is that I allowed you to steal the magic that some situations should have and they don’t have anymore. You just took this away from me. And that’s it.
After all that, I just decided that it’s finally time to let you go. I asked it with all my strength to some little ones who are important for me and in who I strongly believe.
I hope my wishes come true. And that you become very happy in your life, away from me.

Thursday, September 25, 2008

~ Mister S.M. ~

Ele sempre muito teimoso. E orgulhoso.
Ela sempre muito teimosa. E pentelha.
Apesar de terem sempre estudado na mesma escola, a aproximação só aconteceu anos depois. No começo, era amizade. Começaram a se falar mais e mais e, quando se deu conta, ela estava saindo com ele. Namoraram... mas por pouco tempo. Não se falaram mais. Por um bom tempo.
Quando voltaram a se falar, timidamente, as coisas já tinham mudado muito. Eles tinham mudado e suas rotinas também.
No recomeço, as conversas no MSN não eram muito longas e eram sobre diversas coisas banais, sem importância. Brincavam um com outro, não pensando em nada, não levando absolutamente nada a sério.
Quando ela precisou de ajuda pra ter idéias de projetos, ele a ajudou. Quando ela estava pra ir, ele ligou. Mandava mensagens de longe e, mesmo não sendo sempre amável, lembrava dela de alguma maneira. Acordava-a de madrugada. Ela não se importava. Era divertido, era gostoso falar com ele. Era bom sair também, apesar de ele dirigir com "cautela em demasia" e ela enchendo o saco pra variar.
De um tempo pra cá, porém, as coisas começaram a mudar um pouco. As conversas que antes eram tímidas linhas escritas, passaram a ser longas, mais ou menos complexas - dependendo da inspiração do dia - e passaram a ser, também, ligações telefônicas. Falam-se diversas vezes por dia em horários diferentes, saem pra comer (e sempre pra comer, afinal, são dois goldinhos)... na última vez que saíram, algo engraçado, meio que inusitado aconteceu: ela queria "abusar" dele e ele queria ser "abusado", mas ninguém tomou iniciativa de nada. Não sei o porquê desta vontade contida... talvez por medo, talvez por auto-proteção... talvez por ser mais fácil ficar longe do que é perigoso.
E mesmo ela querendo falar mais com ele, às vezes ele é tão pentelho que acaba passando dos limites das besteiras e ela se irrita. E fica chateada. E que saco é ter que ouvir só besteira quando já passa da meia-noite e quando não se quer mais brincar.
O pior é que, depois de tudo, ela ainda quer falar com ele, mas ele, orgulhoso como sempre, não a atende mais.

Tuesday, September 23, 2008

~ Mantra ~

Mantra pós-pagamento dos cartões de crédito:
Vou gastar menos no mês que vem!
Vou gastar menos no mês que vem!
Vou gastar menos no mês que vem!

~ Pushing to the limits ~


I keep pushing to my limits. Não tem graça viver sempre na mesmice. E aí fico doente quando não consigo fazer tudo que eu quero e bem-feito. Fico frustrada com nota baixa, com não conseguir estudar, com não ter forças e nem vontade. O resultado não é nada bom... mas, não tem problema, as coisas vão se encaixando e a gente vai fazendo do jeito que dar...
Queria ainda ter tempo pra continuar o curso de Inglês, Francês; fazer academia, ir correr no parque, passear na praia... enfim, queria mais disposição!



PS: o pescoço melhorou... mas ainda dói!

Sunday, September 21, 2008

~ Monólogos de F&C ~

F&C, às vezes, monologam consigo mesmas enquanto conversam com outros no MSN. Explico: é que, às vezes, os outros têm coisas bem mais interessantes para fazer e elas acabam falando, falando, falando – ou melhor – escrevendo, escrevendo, escrevendo e nem percebem que não estão recebendo "aquela" atenção. Isso é completamente normal, mas aí, é inevitável: F&C dialogam com elas próprias.
Dialogam sobre seus pensamentos, suas vidas, suas rotinas, seus desamores e, quando percebem, já eras... já falaram demais. E sabe aquela história que depois que tá tudinho ali escrito não tem mais volta? Exatamente assim. Não tem mais volta. Quando elas vão ver, já se abriram demais e já estão falando além e, a outra pessoa, só no "ah-ham", "te entendo" e "não, não estou ocupado(a)... só estou jogando".
F&C, mesmo assim, não aprendem. Elas ainda querem falar mais. E falam sobre como se tornaram desiludidas - ao menos a F. - e como se tornou (ainda sobre a F.) um coração gelado. Daí, logo vem a C. para parar com a graça da F. e lembrá-la de falar menos ou, ao menos, não falar tanto de si...
Hora de sair, mas F. insiste em ser teimosa e acaba estragando tudo...
εïз diz:
PS: vc não precisa me xavecar, viu?!
εïз diz:
e obrigada pela "mudice"... adoro falar sozinha!

Saturday, September 20, 2008

~ Os cafajestes também casam #2 ~


Imagine um cara alto, bonito, de olhos encantadoramente verdes, corpo escultural, rico, bem-sucedido, inteligente, charmoso, sedutor, nos seus mais ou menos bem cuidados trinta anos casando-se. Bingo! Ele vai se casar.

Eis que meu post de 11 de julho do ano passado estava corretíssimo (
* Os cafajestes também casam *). O anúncio do casamento foi feito hoje. Aliás, o noivo já meio que convidou o pessoal para o casamento, meio que avisando que novembro será o grande mês, meio que querendo que todos compareçam à grande cerimônia. Aimeudeus!
E você? Como fica nesta história? Não fica, né? Afinal, o que você tinha com ele mesmo? Nada. Absolutamente nada. Mas vai ser estranho comparecer ao casamento, isto é, se é que você realmente será convidada...
Estranha a sensação de perda que se criou, uma vez que não dá para se perder algo que nunca se teve... mas ainda sim, aquela ligação permanece, afinal, algo ali aconteceu e isso não se pode negar jamais e, muito menos, se esquecer.
Na verdade, pode-se esquecer sim, principalmente por parte do noivo de olhos verdes... claro que isso pode ocorrer, uma vez que, você foi apenas mais uma pra infinita lista dele.
Cafajeste ou não, o fato é que ele vai se casar mesmo, não tem jeito... e, se ela for realmente convidada, estará lá a assistir e a esperar o momento para felicitar os noivos pela nova etapa da vida.

Friday, September 19, 2008

~ Pausa ~


Hora de parar. As dores vêm cada vez em maior quantidade e intensidade. O pescoço endureceu. A dor de cabeça não passa. Acho que era hora de pausar mesmo. Hora de descansar. De verdade. Deitar a cabeça no travesseiro e não pensar em nada... nem prova, nem trabalho, nem escritório, nem estudo... absolutamente nada. Amolecer os músculos duros. Deixar a vida passar pelos meus olhos. Dormir. Relaxar. Respirar calmamente e baixar a ansiedade diária.
O novo "colar" molda o meu pescoço e a água quente desmolda. Desforma.
Só fico triste por ter essa fraqueza; essa estúpida debilidade física que me impede de ir além, impondo limites para os meus quereres.
Apenas uma breve pausa.
(*) maravilhosos azuis retratados por Jorge Soares

Sunday, September 07, 2008

Saturday, September 06, 2008

~ Um mês: balanço ~



A saudade ainda aperta no peito. E muito.
Não sei o que aconteceu com Londres... ou será que foi comigo? Senti algo diferente de vez, uma conexão maior.
Hoje faz exatamente um mês que eu voltei de lá. Voltei triste, chorando. As lágrimas grossas, pesadas e quentes ainda são sentidas no meu rosto de vez em quando. Não queria voltar e não escondo isso de ninguém. Só de mim mesma de vez em quando... assim, o conformismo com a vida real vem mais depressa.
Há coisas inexplicáveis na vida. Essa minha viagem foi uma delas. Voltei pra vida que eu levava antes de eu ir, mas voltei diferente, estranha. Não sei mais o que estou sentindo no que estou fazendo hoje em dia. O prazer se foi sem dar notícias se vai voltar. Ainda sinto prazer em estudar, pois amo estudar, não tem jeito. Mas alguma coisa está errada. Não consigo mais prestar atenção como antes. Meu sono me impede de permanecer de olhos abertos. Meu cansaço é extremo e, meudeusdocéu, só faz um mês que voltei de férias.
O trabalho? Adoro. De verdade. Mas está me matando aos poucos. Estou envelhecendo a cada dia. Não sobra tempo pra mim. Nào sobra tempo pra nada. O meu maior prazer fica de lado, pois estou muito ocupada com tantas outras coisas e pra quê mesmo?! Nada. Não é pelo dinheiro, é pela experiência. Sim, claro... experiência cansa. E me envelhece e me torno uma pessoa que olho no espelho e não reconheço.
O desânimo tem me atropelado e a falta de tempo também.
Londres estava maravilhosa. Queria ter ficado com prazo de validade, mas ficado. Voltar em Dezembro quando tudo e todos estariam em festas e comemorações. Um ano novo pela frente cheio de coisas novas e boas e com um fôlego diferenciado.
Sinto saudade do cheiro, do lugar, das pessoas e até mesmo do tempo estranho e cheio de vento o tempo todo.
Sinto saudade de acordar feliz por estar cercada de coisas boas e ter uma vida mais leve.

~ Tudo pela Madonna #1 ~


Como já é de conhecimento de todos, esta foi a semana da grande loucura atrás dos ingressos para o show da musa pop Madonna. Sim, sim... após muitos anos ela volta ao Brasil em seus plenos 50 anos que, diga-se de passagem, não fazem diferença alguma, uma vez que a forma continua intacta.
Pois bem... a corrida atrás dos ingressos começou nas primeiras horas do mês de Setembro, para os cariocas de plantão. Problemas no site - claro! - e muita gente sem ingresso, reclamando. Final de Terça-feira: ingressos esgotados.
As primeiras horas de venda para os shows no Morumbi, em São Paulo não foram diferentes. A princípio seria somente um, mas como a demanda foi gigantesca, resolveram aumentar uma data.
Foram mais de 70.000 acessos de uma só vez. Resultado: site não funcionava. Quando passava de uma tela pra outra era um milagre e o carrinho sempre continuava apontando um vazio. O coração angustiado. O sono apertando. Fui dormir às 2:30 convencida de que no dia seguinte eu conseguiria algo pelo site. Doce ilusão.
O dia todo foi de ligações entre amigos e conversas paralelas no escritório. O site... vixe... sem comentários. A única pessoa que eu fiquei sabendo que conseguiu comprar pelo site foi a secretária do escritório. Às 6:00 da manhã, numa tremenda sorte. Única. Exclusiva.
Pois bem... mesmo assim, eu e minha amiga não desistimos. No dia anterior, na faculdade, ela pegou a minha carteirinha de estudante e disse que deixaria com a outra secretária que tinha sido dispensada (vejam só até onde a coisa vai...) só pra ficar na fila da Madonna e comprar ingressos pra ela e para uma meia dúzia de advogados com a ajuda do namorado. A secretária passou a tarde na fila, a madrugada e o dia seguinte quase inteiro.
Já passava das 22:00 quando ela levou a carteirinha para a secretária da fila e eu na frente de dois computadores diferentes, com conexões diferentes só esperando pela 00:00.
Enfim, no fim, nada saiu pelo site e lá pelas 17:00 da Quarta-feira essa mesma amiga me liga:
- Não precisa mais se preocupar, Fer... NÓS VAMOS AO SHOW DA MADONNA!!!
Nem preciso dizer que o sono e o cansaço passaram na hora, né?! Coitada da secretária...

Wednesday, September 03, 2008

~ Com amor ~


Saudade. Despedida. Sinceridade. Olhar. Carinho. Sensibilidade. Beijo. Respeito. Ternura. Aperto. Química. Toque. Felicidade.
That's all I feel. That's all I needed.

11:11


Tuesday, September 02, 2008

~ Palavras ao vento #5 ~

MSN. Sempre o MSN. P. estava online quando B. surge offline chamando-a.
B. conversa como se eles se conversassem sempre: brincando, conversando, contando as novidades. P. o trata normalmente, mas sempre com algumas delicadas sutilezas nas entrelinhas.
Por fim, B. diz que comprou uma moto e que quer mostrá-la para P. no próximo final de semana, mas P. diz não poder e B. insiste, já marcando para o outro final de semana.
Oh, Deus!